Taxa de desemprego sobe 4,1% em Belo Horizonte e região

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Estadão Conteúdo

Mesmo com o aumento da taxa de desemprego em julho em três das quatro regiões metropolitanas pesquisadas, os dados divulgados nesta quinta-feira (21), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que o mercado de trabalho no Brasil ainda é forte, mas não necessariamente significam a criação de novas vagas. A avaliação é do economista-chefe da Gradual Investimentos, André Perfeito.

Conforme divulgado pelo órgão, a taxa de desemprego caiu apenas na região metropolitana de São Paulo (4,9% em julho, ante 5,1% em junho). Em Belo Horizonte, subiu a 4,1% em julho ante 3,9% no mês anterior; no Recife foi a 6,6% ante 6,2%; e no Rio de Janeiro ficou em 3,6%, ante 3,2%. Perfeito observa, no entanto, que esses aumentos foram pequenos, o que indica que a situação do emprego ainda é boa no País.

“Esse indicadores mostram um mercado de trabalho ainda bastante forte no Brasil, o que vai gerar muitos desafios para o governo, entre eles, como moderar a inflação mais para frente”, afirma.

Na avaliação do economista, as taxas de desemprego para Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo – que, segundo o IBGE, foi a menor para julho na série histórica em cada região – indicam que há menos pessoas procurando emprego.

Com base nos dados divulgados pelo IBGE na Pesquisa Mensal de Emprego (PME), a consultoria Tendências calcula que a taxa média de desemprego do País aumentou de 4,6% em junho para 4,7% em julho, já desconsiderados os efeitos sazonais. As informações foram publicadas pela Tendências Consultoria em seu serviço on line.

Ainda segundo cálculos da consultoria, a taxa de ocupação recuou 0,4% em julho, ante avanço de 0,3% em junho, na série dessazonalizada. Na mesma base comparativa, a População Economicamente Ativa (PEA) registrou queda de 0,3% no mês passado, após avançar 0,2% no sexto mês do ano.

Devido à greve de servidores, o IBGE divulgou apenas as taxas de desemprego das regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo, o que inviabilizou a publicação da taxa média oficial de desemprego no Brasil.

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