O presidente da Autoridade Pública Olímpica (APO), Marcelo Pedroso, reconheceu que alguns dos equipamentos olímpicos passaram por correções no desenvolvimento do projeto e, em consequência, sofreram atrasos, mas garantiu que eles vão ficar prontos para os jogos de 2016. Um deles foi o Velódromo Olímpico do Rio, instalado no Parque Olímpico da Barra, na zona oeste, onde foi preciso incluir uma empresa subcontratada para cumprir o prazo.

No Centro de Tênis, também no Parque Olímpico da Barra, houve a substituição do consórcio liderado pela empresa Ibeg, em parceria com a Tangran e a Damini. No Centro de Hipismo, em Deodoro, zona norte do Rio, também ocorreu atraso, com a falta de cumprimento do cronograma pela empresa contratada (Ibeg). Para Pedroso, no entanto, os problemas foram superados.

“No velódromo não houve a substituição [de empresa contratada], mas teve a autorização de atuação de uma subcontratada, formalmente, dentro do processo. Onde houve substituição foi no tênis e no Centro de Hipismo. O tênis, com mais de 90% das obras realizadas, então, é a reta final, não é exatamente na arena, mas nas áreas externas, que são as quadras de aquecimento, é uma obra de simples conclusão. No caso do hipismo, eram obras de menor monta, baias de cavalos, ferradoria, a clínica veterinária, que já foram retomadas e estão em curso. Hoje, a gente tem bastante tranquilidade na execução delas dentro do prazo necessário”, afirmou, em entrevista à Agência Brasil.

Agência Brasil