Rússia, Estados Unidos, Polônia, Itália, França… Não são poucos os candidatos a medalha no vôlei masculino dos Jogos Olímpicos 2016, disputados no Rio de Janeiro. Entre eles, obviamente, está a seleção brasileira, porém, sem ser encarada como grande favorita, como em anos anteriores.

A hegemonia brasileira construída neste século pelo Brasil em grandes torneios foi diminuída pela evolução de outras grandes seleções, como as citadas anteriormente. Porém, para o técnico Bernardinho, neste ano, tudo começa do zero.

“Algumas equipes conseguiram êxito em 2015 e chegam com o nível de confiança lá em cima, mas, obviamente, tudo começa do zero. Espero que alguns adversários cheguem empolgados porque isso gera uma responsabilidade maior da parte deles e, assim, nosso time pode entrar em quadra com um pouco mais de tranquilidade”, comentou o multicampeão ao site oficial da Confederação Brasileira de Voleibol.

Com o grupo praticamente definido para a Liga Mundial deste ano, disputada entre 16 de junho e 17 de julho, Bernardinho não espera tranquilidade. “O sucesso do passado não vai garantir nada para nós, nem para os demais times. Sabemos que, com o nível de equilíbrio tão grande no vôlei masculino, tudo começa igual e quem estiver melhor no momento pode levar as medalhas de ouro”, afirmou.

Além dos 18 convocados, Bernardinho deixou algumas situações como possibilidade. Em caso de necessidade, os ponteiros Dante e Maurício Borges e o oposto Leandro Vissotto, que atuam no exterior, poderão ser integrados ao grupo. Porém, “os 12 que vão estar nos Jogos não vão fugir muito disso que temos aqui hoje. Dificilmente teremos nomes fora desse universo que já foi chamado”, garantiu o treinador.