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O show acontece dia 29 de agosto na casa de show No Fundo do Baú

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A banda utiliza de vários estilos musicais no álbum
“Permita-se Experimentar” (Foto: Estúdio Dim Designer)

*Felipe José de Jesus

A banda mineira Electra Lee, formada por Jéssica Senhorini (vocal e violão), Letícia Damaris (guitarra e backing vocal), Toti Faccio (baixo e backing vocal), Laiza Lamara (percussão) e Luiz Rocha (bateria), já tem data, local e horário marcados para o lançamento do seu primeiro EP “Permita-se Experimentar”.

O grupo faz a estreia do trabalho no dia 29 de agosto, às 21h, na casa de show No Fundo do Baú. Além de tocar hits conhecidos nacionalmente, a banda vai cantar as cinco faixas autorais que compõe o CD: “Espelhos” (Linha do Horizonte), “O Mensageiro”, “Alegria”, “Me Esquece” e “Esse é o Meu Swing” (Energia Boa).

Em um bate-papo descontraído com a reportagem, os integrantes falam sobre todo o processo de gravação e divulgação na capital mineira. “Inicialmente o EP teria sete músicas, mas depois acabamos optando por fazê-lo com cinco canções. Arranjamos uma transição e utilizamos estilos diferentes como rock, MPB e reggae. Chegamos a um consenso e escolhemos as versões que já haviam sido gravadas. Ficamos 2 meses fazendo a pré- produção e, em seguida, fomos para o estúdio finalizar o álbum. Até o produto final foram precisos cerca de 6 meses”, revelam.

CAPA

Capa do EP
(Imagem: Divulgação)

 

Questionados sobre as influências musicais, principalmente as que refletem no CD, eles contam que cada integrante gosta de um estilo, porém ressaltam que foi feito um filtro musical para chegar ao bom resultado final. “Não temos uma única influência. Todo mundo da banda começou no rock e foi se enveredando por outros estilos, tanto que temos no grupo amantes de funk, reggae, soul e, claro, MPB”.

Ainda de acordo com os integrantes, o grupo transita entre grandes nomes internacionais, nacionais e mineiros. “Tem gente que curte Eric Clapton, AC/DC, Red Hot Chili Peppers, Joss Stone etc. Já outros têm como influência Ana Carolina, Marisa Monte, Roberta Sá, dentre tantos diferentes nomes. Mas é claro que nos espelhamos também em cantores de Minas Gerais. Nosso estado é um celeiro de grandes artistas”, enfatizam.

 

Composições

Na entrevista, o grupo falou ainda sobre o processo de produção das músicas do álbum. “Começamos a fazer a música ‘Espelhos’ por meio de um riff de guitarra. Em seguida, fizemos a primeira parte e o refrão. O Igor Goulart, que canta nesta música, surgiu no momento em que precisávamos porque faltava algo e ele completou a canção de maneira surpreendente. Ele é um rapper extremamente talentoso e faz parte do grupo Protocolo Social”.

Jéssica explica que a canção “O Mensageiro” ficou pronta este ano. “Ela é a mais nova e veio por causa das manifestações. Foi uma reflexão sobre a evolução das coisas, a revolta, mas com direcionamento. ‘Alegria’ é uma música mais antiga e foi feita na época em que eu tinha como foco as letras da cantora Ana Carolina. A montagem e o lado eletrônico foram feitos pela Letícia, com influências do Daft Punk”, relembra.

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As integrantes da Electra Lee com o jornalista – Felipe de Jesus
(Foto: Divulgação banda Electra Lee)

Ainda sobre as composições, a vocalista diz que as letras das músicas “Me Esquece” e “Meu Swing (Energia Boa)” surgiram em uma fase de curtição e de profunda tristeza. “Teve uma época em que eu só escrevia músicas depressivas, entretanto, misturei esses dois sentimentos e assim nasceram as canções. Uma retrata essa fase de ‘pegação’, algo que acontece com todo mundo, enquanto que a outra começou em um dia triste, mas coloquei um pouco de ginga na letra”.

 

Divulgação

Os músicos acreditam que as redes sociais e os jornais são de extrema relevância na hora de divulgar o trabalho. “Sempre utilizamos o Palco MP3, só que logo depois foram surgindo outras ferramentas. Hoje, usamos o Soundclound e o Facebook, as postagens são divididas entre os integrantes. Esses espaços servem como apoio para chegarmos até jornais, que são mídias de peso. Temos uma parceria com a Cláudia Bárbara, ela é a responsável por fazer nossa assessoria de imprensa, além de ter nos apoiado na produção do release e do flyer para divulgação”.

A respeito do show, eles esperam que as pessoas se entreguem, dancem, experimentem ouvir as novas músicas, abram a cabeça para a arte e se divirtam bastante. O ingresso custa R$ 20, mas para os fãs que não puderem ir nesta primeira apresentação, o grupo vai tocar dia 17 de setembro, na Quarta Cultural da CBTU, na plataforma da Estação Central, às 18h . E também no dia 27, na 1ª Primavera Cultural do Bairro Jaqueline, às 20h30.

Mais informações da Electra Lee pelo site: www.electralee.com.br ou pelo telefone: (31) 8809-4079.