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O sambista carioca e um dos fundadores do grupo Fundo de Quintal Almir Guineto faleceu, aos 70 anos, na manhã desta sexta-feira (5), após complicações de diabetes e problemas renais crônicos. O músico estava internado em tratamento no Hospital Clementino Fraga Filho, na Universidade Federal do Rio de Janeiro.

A informação foi confirmada por familiares de Guineto através das redes sociais do cantor. Em comunicado, realizado no Facebook, a família do cantor agradece pelas orações e o carinho de todos os fãs e admiradores. Informações sobre velório e sepultamento ainda não foram divulgadas.

Almir Guineto lutava há mais de um ano contra problemas renais crônicos, que o impediram de cumprir a agenda de apressentações, chegando a se afastar de vez dos palcos em 2016. Sua última internação foi realizada em março deste ano.

Nascido no Morro do Salgueiro, filho do violonista Iraci de Souza e da costureira e integrante do clube Acadêmicos da Salgueiro “Dona Fia”, Guineto teve contato com o samba desde a infância.

Nos anos 1970, se tornou mestre de bateria e um dos diretores da escola de samba, ficando conhecido por introduzir o banjo, adaptado com afinação de cavaquinho, na orquestração do ritmo. A inovação através do instrumento híbrido lhe rendeu notoriedade na música.

Foi ao lado dos Bira, Jorge Aragão, Neoci, Sereno, Sombrinha e Ubirany, que, nos anos 1980, criou o grupo Fundo de Quintal, com o qual gravou o primeiro LP do conjunto, Samba é no Fundo de Quintal, para então seguir em carreira solo.