Notícias

Reforma tributária elevará produtividade do Brasil, diz secretário

2 Min leitura


Logo Agência Brasil

A reforma tributária representa uma das principais medidas para elevar a produtividade no país, disse nesta segunda-feira (18) o secretário extraordinário de Reforma Tributária do Ministério da Fazenda, Bernard Appy. Segundo ele, existem dois desafios após a aprovação da primeira fase da reforma, que trata dos tributos sobre o consumo: a regulamentação da emenda constitucional por meio de leis complementares e o início da segunda fase da reforma, que tratará do Imposto de Renda.

“Conseguimos uma construção técnica e política que permitiu a aprovação da reforma tributária no Brasil”, declarou o secretário, que classificou como decisivo o trabalho do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. “Os efeitos das mudanças são de longo prazo, mas é importante ressaltar esses efeitos”, acrescentou. “A reforma tributária é um dos principais itens da agenda de produtividade do Brasil, embora haja muitas outras iniciativas.”

Notícias relacionadas:

A promulgação da reforma tributária ocorrerá na próxima quarta-feira (20), em sessão conjunta do Congresso. “Ainda há um grande desafio com a regulamentação da emenda. Além disso, o governo e o Legislativo precisarão se debruçar sobre a reforma do Imposto de Renda”, declarou o secretário.

O secretário deu as declarações em entrevista coletiva para divulgar um relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), com perspectivas sobre a economia brasileira. Appy, que participou da elaboração de uma proposta de emenda à Constituição em 2004 e que serviu de base para a emenda aprovada pelo Congresso na sexta-feira (15), agradeceu aos parlamentares pela aprovação da reforma.

Recomendações

No relatório, a OCDE elogiou a aprovação da reforma, mas advertiu que, assim como o novo arcabouço fiscal, ela terá de ser regulamentada e implementada sem falhas, para impedir que a dívida pública brasileira fuja do controle.

“Uma falha na implementação da reforma tributária implicaria um crescimento mais baixo, o que seria suficiente para questionar a sustentabilidade da dívida pública. Uma consolidação fiscal mais baixa levaria a uma trajetória de dívida claramente insustentável, com o nível da dívida atingindo 100% do PIB já em 2037 e com uma forte inclinação para cima. Um pacote mais ambicioso de reformas estruturais impulsionaria o crescimento potencial e levaria a uma queda na relação dívida-PIB”, destaca o documento.

https://ift.tt/a6lG2gi

Relacionados
BrasilCulturaGeralNotícias

Novo filme de Guilherme Araponga, “Encontro e Despedida”, inicia gravações em Belo Horizonte, em abril

3 Min leitura
Com José de Abreu no elenco, produção conta a história de pai e filho e terá estreia no segundo semestre  A partir…
GeralNotícias

Dilsinho agita o Sábado Aleluia com show imperdível em Jaboticatubas neste sábado

2 Min leitura
Dilsinho – Divulgação.   A JaboFest 2026 promete ser o principal destino da Região Metropolitana de BH no feriado prolongado; evento traz…
GeralNotícias

Santuário do Caraça divulga a programação da Semana Santa 2026

3 Min leitura
Teatro – Divulgação. Celebrações, missas e momentos de reflexão acontecem entre os dias 29 de março e 05 de abril, unindo fé…
Power your team with InHype
[mc4wp_form id="17"]

Add some text to explain benefits of subscripton on your services.