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Para tentar alavancar a candidatura tucana em Minas Gerais e no Brasil, Aécio Neves, Pimenta da Veiga, Dinis Pinheiro e Antonio Anastasia convocaram uma comitiva na última quinta-feira, dia 04, apresentando a “arrancada eleitoral” de todos os candidatos
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Candidatos pediram auxílio ás lideranças políticas em reunião
(Foto: Divulgação)
*Da redação Jornal Edição do Brasil

 

De acordo com dados, 422 prefeitos, 223 ex-prefeitos e cerca de 300 vices e ex-vice prefeitos e várias outras lideranças e militantes estiveram no evento que aconteceu no Minas Tênis II, localizado na Região Centro-Sul de Belo Horizonte.

O presidenciável Aécio Neves se mostrou confiante nessa nova empreitada. “Estamos iniciando hoje uma arrancada, reunindo as principais lideranças políticas de Minas, da sociedade mineira e organizações sociais, para darmos a grande virada rumo à vitória de Pimenta da Veiga, Anastasia, e arrancando também para estarmos no segundo turno”.

O atual senador do estado, fez críticas ao governo atual dizendo que o Brasil vem pagando um preço muito caro pelo “aprendizado” da presidente da República. “Isso tem levado a nação a ter hoje um replique inflacionário e o pior crescimento entre todos os nossos vizinhos. A gente já vive um quadro de recessão pelo improviso do governo. O Brasil não vai querer viver um novo quadro de improvisos, de propostas que não se viabilizam amanhã. Nosso país não é para amadores”.

Quando perguntado sobre sua queda nas campanhas, Aécio comentou que essa é uma nova eleição. “Até 30 dias atrás, nós tínhamos outra eleição, inclusive com outro candidato que lamentavelmente foi vítima de um grave acidente e faleceu. Essa é uma campanha nova. O que nós temos que fazer é mostrar que aquilo que nós defendemos a vida inteira é coerente com aquilo que nós praticamos lá atrás. Eu tenho absoluta convicção que a nossa vitória é fundamental para que o Brasil não viva um novo risco, uma nova aventura. Eu dizia ontem, respeito as boas intenções da candidata Marina, mas o conjunto das suas propostas é inexequível, basta fazer as contas. Apenas no próximo ano seriam R$ 150 bilhões a mais de gastos, como fazer isso? Como fazer o Brasil crescer? Com que quadros? Com que propostas? Portanto, agora é a hora da verdade, os brasileiros vão começar a perceber de forma clara o que significa cada uma das candidaturas”.

Para terminar, o senador, solicitou em seu discurso que todos os líderes presentes fizessem o trabalho de divulgar seu nome junto a suas próprias campanhas, tentando assim aumentar as intenções de votos para o dia 5 de outubro.

Pimenta da Veiga

Nesta semana, a vantagem de Pimentel (PT) ante Pimenta da Veiga recuou 5 pontos. Muitos palestrantes aproveitaram esse exemplo para lembrar a candidatura de Antonio Anastasia a então governador em 2010, que estava perdendo as eleições, porém na reta final do processo de campanha, houve uma reviravolta e ele consagrou vitorioso. Essa é uma das propostas da comitiva tucana para colocar Pimenta da Veiga no comando do governo de Minas.

Em coletiva, Pimenta da Veiga afirma estar absolutamente tranquilo.  “Todo o tempo eu tenho dito isso, no momento adequado nós íamos crescer, começamos a avançar, nós vamos vencer as eleições dentro da nossa postura e da nossa proposta”.

O candidato a governador também disse que vai reforçar toda a ação da campanha a partir do dia 7 de setembro. “Essa data está chegando. Nós vamos mostrar as nossas propostas, que são as melhores, e todos que nos apoiam, prefeitos, deputados federais e estaduais, vereadores, lideranças comunitárias, agora vão redobrar os esforços e nós teremos uma grande vantagem”.

Ao ser indagado sobre a postura de Pimentel de não utilizar a presidente Dilma Rousseff em seus discursos e banners de campanha, Pimenta relata que não tem dúvida que o candidato está explanando o partido dele. “Isso porque o PT está sendo castigado nessas eleições pelos erros que cometeu. Então, ele tem escondido o seu partido, do mesmo jeito que esconde sua candidata a Presidência da República. Mas isso, no momento certo, será muito explicitado. Eu repito o que eu tenho dito, enganar o eleitor é um erro, você acha que o eleitor é bobo? Não é”.