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Cantor Prince morre aos 57 anos nos EUA

2 Min leitura

O músico norte-americano Prince morreu na manhã de hoje (21), aos 57 anos. A notícia foi dada pelo site TMZ, dos Estados Unidos, e confirmada em seguida pelo agente do músico. De acordo o TMZ, foi aberta uma investigação sobre morte do músico, em Paisley Park, onde Prince tinha casa e um estúdio. O cantor tinha sido hospitalizado recentemente com uma gripe.

O cantor Price morreu aos 57 anos
O cantor Price era considerado um dos ícones da música pop das últimas décadas, junto com Michael Jackson e Madonna Divulgação/Prince.org

Considerado um dos ícones da música pop das últimas décadas, junto com Michael Jackson e Madonna, Prince Rogers Nelson nasceu 1958, em Minneapolis, Estados Unidos. Ele começou a carreira de cantor no fim dos anos 1970, alcançando maior notoriedade a partir dos anos 1980. Sua música era influenciada pelo funk, soul e rock, mas não se limitava a isso. Uma de suas características era mesclar elementos e dar um acento pop. Prince foi premiado com o Grammy, considerado o Oscar da música, por sete vezes.

Algumas de suas canções mais conhecidas como Kiss, I Wanna Be Your Lover, Why Wanna Treat Me So Bad e Purple Rain. Essa última, inclusive, rendeu um filme de mesmo nome, estrelado por ele e lançado em 1984. O filme lhe rendeu um Oscar de melhor trilha sonora original. A carreira de Prince inclui 39 álbums de estúdio e quatro álbums ao vivo.

Em 1989, aliou sua música a uma das maiores superproduções cinematográficas da época, o filme Batman, dirigido por Tim Burton. Prince gravou a trilha sonora, rendendo uma indicação para o Grammy como melhor performance masculina de vocal pop.

Seu talento não se limitava às habilidades como cantor. Prince era multi instrumentista e um exímio guitarrista. A revista Rolling Stone, especializada em música, o elencou como o 33º guitarrista de todos os tempos. Prince também trabalhava muito sua imagem, com um visual andrógino e, ao mesmo tempo, viril.

Entre 1993 e 2000, ele deixou de usar seu nome e passou a se identificar por um símbolo, que aliava os gêneros masculino e feminino. Nesse período, se autointitulou “O Artista”, e não mais Prince. Essa decisão foi tomada por uma questão judicial, uma vez que sua gravadora na época, a Warner, que detinha os direitos sobre seu trabalho.

*Com informações da Agência Lusa

Edição: Aécio Amado

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Felipe de Jesus | Jornalista (FESBH), Publicitário (IPSP), Teólogo (F.ESABI), Sociólogo e Letras (F.Polis das Artes), Economista (UNIP) & Advogado (FACSAL). Tem Mestrado em Comunicação Social: Jornalismo e Ciências da Informação (UEMC). [ Siga o Instagram: @felipe_jesusjornalista ]
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